The Babbel Blog

Learning and language

Aprenda francês como você aprenderia na França

Posted on fevereiro 15, 2019 by

Caroline

Aprendiz de idiomas e professora entusiasta, Caroline adora brincar com línguas e compartilhar seus métodos favoritos para alunos autônomos. Ela aprendeu inglês e alemão na escola, russo sozinha em Moscou e agora está aprendendo italiano com a Babbel, onde trabalha como editora de cursos em nossa equipe de didática. Depois de ter ensinado francês no exterior por três anos, ela investiu seus melhores métodos para desenvolver o novo curso de francês avançado da Babbel. Essas nove lições monolíngues abordam a cultura francesa por meio  das gírias mais lacrativas badass, assim como expressões mais sutis… E ela se divertiu bastante no processo!

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Como a Babbel pode complementar cursos tradicionais de idiomas e promover a integração de pessoas em outros países

Posted on dezembro 7, 2018 by

Adult learners taking part in an SFI Integration Course

Zach trabalha na equipe de Comunicação da Babbel, estabelecendo parcerias entre a Babbel e  projetos de pesquisa com dedicados linguistas, bem como acadêmicos de diferentes disciplinas. Abaixo ele descreve um estudo de caso conduzido recentemente com uma equipe de pesquisa da Universidade de Gotemburgo, na Suécia. Os resultados do estudo demonstram como o uso de aplicativos de idiomas para celular pode complementar os cursos de idiomas tradicionais.

Como muitos usuários da Babbel, eu sei a importância de se aprender um idioma  para integrar-se em uma nova cultura. Eu me mudei para Berlim, na Alemanha, há seis anos, aos 27 anos. Na época, meu conhecimento de alemão limitava-se à compreensão passiva de meia dúzia de palavras de empréstimo (Kindergarten, Doppelgänger), comidas e bebidas (Wiener Schnitzel, Lager) e cognatos (Baby, Vitamin). Logo percebi que isso não seria suficiente para procurar um apartamento, trabalhar e me estabelecer nessa minha nova cidade. Os cursos de alemão para iniciantes que fiz e o (extenso) tempo que passei praticando o idioma com um parceiro de tandem me proporcionaram uma base sólida – mas com um trabalho em tempo integral e outras responsabilidades, eu sempre avançava num ritmo mais devagar do que eu esperava. Trabalhando na Babbel, comecei a me perguntar se aprender com um aplicativo poderia ter me ajudado. E indo mais além: será que a aprendizagem móvel poderia ajudar quem, pelos mais diferentes motivos, teve de sair de seus país de origem, facilitando o seu aprendizado?

A Dra. Linda Bradley, professora de pedagogia na Universidade de Gotemburgo, na Suécia, interessada em saber como a aprendizagem móvel pode promover e facilitar a inclusão de pessoas em outros países. Ela enfatiza a importância do aprendizado de idiomas para quem que se restabelece no país de origem dela. Segundo Linda: “Para as pessoas que chegam a um país com uma língua menos comum, como o sueco, aprender a língua é um passo essencial para a integração na nossa sociedade. É por isso que o governo investe no ensino de sueco como língua estrangeira.” No entanto, Linda acredita que, para quem que não pode participar desses cursos ou querem aprender mais do que o cronograma de aulas permite, as ferramentas e métodos de aprendizagem de idiomas móveis têm muito a oferecer. “Idealmente, aplicativos e ferramentas móveis ensinam mais do que apenas gramática e vocabulário, como informações culturalmente relevantes também.”

Para um país com uma população relativamente pequena, a Suécia é incrivelmente diversa. Atualmente, residentes nascidos no exterior representam cerca de 17% da população. Todos os anos, bem mais de 100.000 pessoas se mudam para a Suécia devido a oportunidades de emprego ou por motivos familiares. Além disso, nos últimos cinco anos, a Suécia acolheu 600.000 refugiados.

No momento, Linda está coordenando um projeto de desenvolvimento de aplicativos móveis de aprendizagem para pessoas de origem árabe recém-chegadas à Suécia, com um foco especial em abordagens pedagógicas que usam tecnologia digital para aprender o sueco e a cultura sueca. “O projeto Minclusion se dedica ao desenvolvimento da linguagem digital e à comunicação intercultural”, afirma Linda. “A parceria com a Babbel foi uma ótima oportunidade para investigar o papel que os aplicativos comerciais para  o aprendizado de idiomas, como a Babbel, podem desempenhar como parte das estratégias de aprendizagem”.

O estudo de caso: “Aprendizagem de idiomas para a integração”

Linda e sua equipe na Universidade de Gotemburgo e na Universidade de Tecnologia de Chalmers conduziram um estudo de caso para analisar a eficácia da Babbel para aprender sueco. Um grupo experimental e um grupo de controle foram montados selecionando aleatoriamente entre 52 participantes de um curso noturno de sueco como língua estrangeira para adultos. O grupo experimental usou Babbel durante 12 semanas em paralelo com o curso, que durou um semestre. A maioria dos participantes estava na Suécia por no máximo seis meses.

Este estudo foi a primeira vez em que a Babbel recrutou pessoas para um estudo em que o idioma de referência (L1) usado no aplicativo da Babbel não era o idioma materno dos usuários, mas um em que eram fluentes. Neste caso, inglês. Para garantir que todos os participantes do grupo experimental pudessem usar a Babbel em inglês para aprender sueco, era necessário que tivessem um nível mínimo de inglês falado, o intermediário superior (B2), de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas (QECR), o padrão europeu usado para mensurar capacidades linguísticas. Os participantes tinham uma grande variedade de idiomas nativos: ao todo, eram 19 línguas diferentes nos grupos experimental e de controle.

Os participantes do grupo experimental usaram a Babbel como complemento ao curso de sueco; tanto o grupo experimental quanto o de controle passaram por uma prova oral e uma de vocabulário no início e no final do estudo. Essas provas foram elaboradas com base no currículo e nos objetivos pedagógicos do curso de idiomas correspondente. No geral, os membros do grupo experimental que usaram a Babbel melhoraram a compreensão de substantivos e adjetivos/advérbios suecos. Além disso, fizeram grandes avanços quanto à melhora na entoação e fluidez. Outra constatação foi que os falantes não nativos de inglês foram capazes de usar o inglês como “idioma de referência” (idioma nativo) para melhorar a compreensão do sueco e sua entonação e a fluidez ao falar.

Linda relata que a experiência de quem utilizou a Babbel para aprender sueco, em geral, foi positiva, e a maioria dos participantes do grupo experimental manifestou interesse em continuar a praticar com o aplicativo. Os dados analíticos da Babbel para o grupo de estudo favorecem isso. Um participante de Uganda que, quase um ano após a coleta de dados ainda está aprendendo ativamente com a Babbel, recentemente nos enviou um e-mail dizendo: “Eu realmente gosto de usar o aplicativo porque é ele é intuitivo e muito rico em conteúdo, mas também de alta qualidade.”

Lena Koester, editora do curso de sueco da Babbel, que acompanhou os participantes por e-mail durante o estudo, acha que o “rico conteúdo” para os alunos de sueco é essencial para mantê-los interessados e engajados. “Os cursos de idiomas da Babbel oferecem uma variedade de temas – de comidas e feriados culturalmente significativos até situações no ambiente de trabalho. Essa diversidade de conteúdo permite que os alunos escolham o que querem aprender, de acordo com seus próprios interesses e com o que precisam praticar ou rever no momento”, aponta Lena. “O mais importante é que nossas aulas são baseadas em situações de comunicação da vida real.”

Os participantes do estudo não foram os únicos a se beneficiar: a equipe de desenvolvimento de produtos e especialistas em idiomas da Babbel também aprenderam mais sobre como melhorar o aplicativo. Elin Asklöv, por exemplo, que trabalha com a Lena como gerente de projetos para sueco na Babbel, acredita que projetos de pesquisa colaborativa como este oferecem uma valiosa oportunidade para refletir sobre formas de melhorar a experiência de aprendizagem para todos os alunos da Babbel.

“É sempre instrutivo ver como os alunos interagem com o produto. Recebemos muito feedback positivo sobre o conteúdo dos cursos, mas também muitas sugestões para melhorar o produto”, contou Elin. “Muitas dessas ideias estão alinhadas com o que já estamos fazendo: criar aulas mais curtas e mais variadas, formas que facilitem encontrar o curso certo para o nível certo, e oferecer mais orientação sobre como desenvolver um hábito de aprendizagem saudável. Muitas dessas melhorias estão agora em andamento de diferentes maneiras. É ótimo ver que estamos no caminho certo, pois reconhecemos que nossos usuários precisam de ainda mais apoio para atingir suas metas de aprendizagem.” 

O relatório final (em inglês) contém uma visão detalhada de como os participantes de um curso de sueco como idioma estrangeiro para a integração na Suécia usaram o aplicativo da Babbel para complementar sua aprendizagem em sala de aula.

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Automatizando Preconceitos: quando as máquinas aprendem sobre gênero

Posted on outubro 15, 2018 by

No ano passado, as grandes inovações no aprendizado por máquinas ocuparam as manchetes por razões preocupantes: elas revelaram a manutenção dos nossos próprios preconceitos ao adotá-los. Em relação aos estereótipos de gênero, há um risco duplo enraizado na maneira como as máquinas aprendem os idiomas. A linguista computacional da Babbel, Kate McCurdy, pesquisa como os algoritmos associam gênero semântico e gramatical, bem como o que isso poderia significar para a chamada inteligência artificial e como nós devemos pensar para corrigir essa tendência.

 

Então, vamos começar explicando seu projeto?

 

Bom, eu estou pesquisando o gênero gramatical em vetores de palavras (word embedding, em inglês). Os vetores de palavras são um tipo de tecnologia de processamento de linguagem natural que é aplicada a diversas coisas. No cerne disso, está um algoritmo que aprende o significado de uma palavra com base nas palavras que se encontram ao redor dela. Nos últimos anos, nós vimos desenvolvimentos bastante notáveis nessa área. Há várias pesquisas e empresas grandes, como o Facebook e o Google, que estão usando essas tecnologias. Alguns anos atrás, havia esse algoritmo novo que permitia treinar um novo modelo bem rápido, resultando em representações de significados de palavras que pareciam bem impressionantes. Assim, você podia simplesmente deixá-lo solto num corpus e ele aprenderia, por exemplo, que cachorro, gato e animal estão relacionados, ou que maçã e banana têm a ver, sem precisar ensinar isso explicitamente. Isso é bastante poderoso e está sendo usado em muitas aplicações tecnológicas. Porém, nós começamos a perceber que também alguns de seus problemas.

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Como a Babbel ajuda as pessoas a aprender uma nova língua

Posted on julho 10, 2018 by

Lena

Lena trabalha na Equipe de Didática da Babbel, criando e otimizando nossos cursos de idiomas. Ela e seus(suas) colegas, que são linguistas, professores(as), designers instrucionais e, é claro, pessoas apaixonadas por idiomas, elaboram conteúdos e ferramentas de aprendizado para ajudar nossos usuários a atingir suas metas individuais. Nesta breve série de três artigos, Lena escreverá sobre alguns elementos pedagógicos essenciais na hora de criar conteúdo para milhões de pessoas. A palavra-chave é diversidade!

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Como eu revolucionei minha aula: o uso da Babbel como suporte para o método de sala de invertida

Posted on junho 1, 2018 by

Cristina Pérez Muñoz é uma especialista em comunicação e ensino de idiomas da Universidade Fontys, na Holanda. Ela é licenciada em Espanhol e Inglês pela Universidade de Salamanca, e possui um mestrado em Educação. Cristina trabalhou como instrutora de idiomas na Espanha, no Reino Unido, na Romênia e na Holanda, em diversos ambientes de aprendizado, incluindo em escolas de Ensino Médio, cursos universitários e treinamentos empresariais. Ela ama viajar e aprender os idiomas dos lugares que ela visita ou em que mora.

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O curso em formato de série que levará você a falar como um verdadeiro nativo… com um toque rural!

Posted on março 12, 2018 by

Sam
 
Apesar de sua carinha de bebê, Samuel é um editor da Equipe de Didática da Babbel que sabe tudo sobre inglês britânico. Durante os 20 anos que passou indo de um lugar para o outro na Europa, ele conseguiu aprender um pouco de francês, alemão, português, finlandês, checo, croata, espanhol, árabe, italiano, escocês, kiwi e inglês americano(!). A seguir, ele escreve sobre seu mais recente projeto, que combina metáforas, expressões idiomáticas e linguagem coloquial com o (excêntrico) humor britânico. Trata-se do primeiro dos novos e fascinantes cursos narrativos em inglês da Babbel, capazes de manter os alunos presos no sofá enquanto descobrem como conversar como um falante nativo de inglês. Assista à série de comédia Fowlmouth Farm, um curso de imersão para alunos avançados, oferecido quase todo em inglês.
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Como fazer praticamente tudo… em inglês!

Posted on janeiro 19, 2018 by


 
 
 
 
O mais novo curso de inglês da Babbel ensina você a fazer letras de rap, a usar gírias de surfistas… Usuários com domínio avançado do idioma contam, a partir de agora, com o curso monolíngue How To.
Há mais de três anos trabalhando como editor da Equipe de Didática da Babbel, Chad é nosso especialista em tudo aquilo que se refere ao inglês norte-americano. Após viver no exterior durante quase 20 anos, ele fala um pouco de espanhol, tailandês, khmer e, agora, também alemão. No texto a seguir, Chad comenta seu mais recente projeto e explica como a Babbel oferece às pessoas o que elas querem aprender.
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Como a Babbel criou um teste de inglês on-line

Posted on dezembro 21, 2017 by

A parceria entre Babbel e Cambridge English traz a avaliação de idiomas para a era digital


 
 
Ben, nascido no Reino Unido, é Gerente de Projetos de inglês na Equipe de Didática da Babbel. Ele é um dos especialistas em idiomas que criam e otimizam nossos cursos. Além de ser um experiente professor e avaliador de inglês, tendo trabalhado em países como Alemanha e Espanha, Ben se diverte aprendendo os idiomas mais diversos e mais distantes do inglês, incluindo suaíli e tonganês. Neste artigo, ele escreve sobre como Babbel e Cambridge English, especialistas na avaliação de idiomas, uniram seus esforços para criar o Babbel English Test…
 
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Tiques de linguagem e interjeições: Andando sobre pedras rumo à fluência

Posted on dezembro 8, 2017 by

No texto a seguir, Megan analisa algumas das dificuldades no aprendizado dos tiques de linguagem e das interjeições de vários idiomas e explica por que a imersão em diálogos reais é essencial quando pretendemos dominar uma língua.

Réfugiés
Apesar de serem cruciais para qualquer idioma, os tiques de linguagem e as interjeições costumam ser deixados de lado quando estamos aprendendo uma nova língua. Saber o momento certo de utilizar um “hmmm…”, um “ops” ou um “oba” — cada qual com suas diversas nuances de significado — faz com que você deixe de parecer um turista confuso e passe a ser visto como um falante esperto.
Mas como é que a gente aprende esses tiques de linguagem e interjeições? Simples: conversando com falantes nativos! Quando passamos a manter diálogos reais, entramos em contato com elementos pragmáticos naturais de uma língua que não aparecem em materiais didáticos tradicionais. Entre esses elementos estão os coloquialismos, as piadas e as entonações enfáticas existentes em qualquer idioma.
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Fantasmas ao redor do mundo: Como diferentes culturas celebram seus mortos

Posted on outubro 26, 2017 by

Este ano, Megan Toon passou a fazer parte da equipe de Relações Públicas da Babbel. No texto a seguir, além de revisitar algumas tradições do Halloween de sua infância no condado rural de Somerset, na Inglaterra, Megan apresenta curiosidades que aprendeu com seus colegas de trabalho da Babbel.
 

“Sem serem vistas, sombras de mil anos voltam a se levantar. Vozes e sussurros nas árvores: é noite de Halloween.”

Dexter Kozen, tradução livre

 

 
Fantasmas e bruxas, morcegos e gatos pretos, travessuras, guloseimas e abóboras: está aberta a temporada do Halloween. Essa famosa celebração dos mortos tem origem no antigo festival celta Samhain, realizado provavelmente entre 3350 e 2800 a.C. Ao longo de milhares de anos, por acreditarem que as almas das pessoas já falecidas retornavam à Terra na noite de 31 de outubro, os celtas se reuniam para acender fogueiras, realizar rituais e se divertir com a esperança de apaziguar espíritos malignos e obter proteção para suas famílias durante o inverno vindouro.
 
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